Tokyo Disneyland Resort 2005 & 2007

Das vezes que fui para o Japão, fui com uma única certeza: visitar os parques da Disney por lá. Os parques da Disney no Japão não são de propriedade da Disney, e sim de outra empresa local. A própria Disney não acreditava no sucesso que faria por lá. Foi tanto que esse caso foi usado na hora de modelar a Paris Disneyland (ex-Euro Disney).

Tipo de viagem: Passeio (morando no Japão)
Duração: 1 dia por parque
Destino: Japão
Custos: transporte + ingresso

Da primeira vez que fui ao Japão, em 2005, tudo o que sabia é que ficaria perto da Disney e que eu tinha que ir lá. Acho que falei tanto sobre isso que a própria empreiteira organizou uma excursão para a nossa linha. Pagamos o transporte e os ingressos, a linha foi liberada mais cedo no dia (a gente rodava a noite) e até a volta fui eu que “pedi” (depois do horário dos fogos, tive que lutar por isso porque queriam voltar antes!). Lá dentro a gente ficou por nossa própria conta.

Da segunda vez estava mais ao sul e comprei um pacotinho com passagens de trem bala e ingressos na própria estação.

Obviamente minhas expectativas eram as mais elevadas possíveis, e a Disney do Japão não me decepcionou!!!

O primeiro parque que conheci foi a Disneyland, o parque do castelo. Tem uma “mais street” coberta, e por causa da época, uma árvore de Natal enorme na frente. Tudo é muito bem feito, desde o merchandise até os detalhes arquitetônicos. O Japão é conhecido pela limpeza das ruas, mas na Disney eles se superam: o chão é tão limpo de que parece que dá pra comer no chão direto! O público também é mais educado, claro, mais quieto, mas mais fanático: andam vestidos de Disney dos pés a cabeça, ou então eles se “montam” como se fossem pra uma balada!

A parada do dia não me surpreendeu muito, mas era especial pro Natal, então não posso usar de padrão. A da noite é de luzinhas, como em Orlando, mas é infinitamente mais linda! Não sei explicar, parece que é feita mesmo com mais cuidado.

Infelizmente, por causa do (mau) tempo, não houve fogos…

Depois de pouco mais de um ano, voltei a Disney pra visitar a Disney Sea, com temática marinha. Tem um cruzeiro no meio, muita coisa sobre a Ariel, e a Torre do Terror. Cheguei mais tarde nesse parque e já não tinha mais fast pass e tive que esperar mais de DUZENTOS minutos na fila!!! Mas é meu brinquedo favorito, então vale sempre a pena. A coisa mais estranha mesmo é ver um musical da Ariel em japonês, mas esse parque também é impecável. No meio tem um lago onde acontecem os shows de fogos e água e é bem legal. Foi dessa vez que descobri o Ikispiari, uma área de compras e alimentação tipo o Disney Springs (ex-Downtown Disney). Tomei uma bebida na Godiva que nunca esquecerei, a melhor coisa que já experimentei na vida!

Acho que uma visita por lá é essencial pra quem vai pro Japão. É pertinho de Tokyo (30 minutos de Tokyo a Maihama, a estação mais próxima) e é perfeito!

paris, je t’aime!

Então que na semana passada fui fazer a viagem que mais queria fazer desde que cheguei aqui na Europa: conhecer Paris! Vou contar um pouco através das legendas das fotos, mas quero agradecer a Amanda e o Pawel por terem me recebido tão bem! Eu não só dormi na casa deles, mas fiz parte da vida deles! Muito obrigada, mesmo, foi tudo ótimo, todos os passeios e as conversas e principalmente, as muitas risadas!

Resolvi ir de trem para Paris. O Eurostar parte de Londres e leva só 2h30 de estação a estação. A vantagem do trem é que tem permissão de bagagem (nas cias aéreas mais baratas tem que pagar por bagagem despachada) e não tem que se apresentar com tanta antecedência pro check-in, além de que as estações ficam no meio da cidade. O Eurostar não é a opção mais barata, mas vale a pena por todos esses pontos, e é bem confortável (porém acho que o trem balança mais do que o trem bala no Japão).

 

Cheguei no sábado a noite, debaixo de uma chuva chata. No dia seguinte o tempo amanheceu lindo, ensolarado e QUENTE! Dei um passeio por Batignolles antes do almoço (e descobri que a Champs Elysee fica ali pertinho) e depois a Amanda me levou pro Trocadero, de onde se tem a famosa vista da Torre Eiffel. Acho que nunca vi um lugar tão lotado! Ainda demos uma volta pelo Sena até a Champs Elysee, onde encontramos totalmente por acaso com o Henrique T. e a família.

 

No fim do dia fomos comer uns crepes bem franceses em St Michel e visitar o Pawel no trabalho. Ele nos preparou esses martinis (café e chocolate) e depois ainda subimos na cobertura do hotel para tomar champagne com vista pra Torre Eiffel iluminada. MUITO CHIC!

 

No dia seguinte fomos comprar o ingresso pra Disney na Fnac de St Lazare e depois fomos turistar na Galeries Lafayette. Um mundo de luxo e ostentação, com uma cobertura com vista pra Torre (claro!) e pra Opera.

Como esperava, comi muito bem em Paris! Difícil achar comida ruim por lá. O Le Paradis des Fruits é um dos restaurantes favoritos da Amanda, você escolhe os ingredientes do prato que ainda tem a salada e as fritas. E o suco de laranja lá é espremido na hora 😉

Depois andamos até o Jardim das Tulherias, onde sentamos ao redor de um chafariz. Tem bastante em Paris, cadeiras de ferro soltas em volta de lagos pro pessoal sentar e descansar. Depois andamos até a piramide do Louvre. Nesse dia também fomos a uma das primeiras lojas da Chanel, na Place Vendome, mas lá só vende jóia, haha! Porém a senhora que nos atendeu foi uma das pessoas mais finas e educadas que encontrei em toda a viagem. Nos indicou a loja certa e finalmente comprei o perfume que eu queria!

Claro que não podia faltar a pataquada! Mas não entrei no museu nesse dia.

No dia seguinte fomos pro passeio que eu mais queria fazer: Paris Disneyland!!! A Disney resolveu investir nessa Disney depois do sucesso que foi a Disney de Tokyo – mas esqueceram de contar o pesado fator cultural local e quebraram a cara. A Paris Disneyland não é um fracasso total, mas em comparação as outras Disneys, deixa sim a desejar. A parte estrutural é impecável, mas faltam as lojas nas saídas de todos os brinquedos (só alguns tem, em alguns você sai direto na “rua”) e a paciência de jó dos cast members. Vi um cara dando um come numas crianças mal educadas e ouvimos no interfone outra cast member sem a menor paciência de pedir para os guests se moverem na fila. Fizemos os 2 parques num dia só (a entrada custa € 74 nessa época do ano) e foi bem cansativo, mas como a Amanda já conhece bem, fomos nos lugares certos e não ficamos andando como baratas tontas.

O dia seguinte começou mais relaxado, eu já não tinha mais pés para viver! Na hora do almoço fomos visitar a Amanda no trabalho dela e passamos pelo Moulin Rouge, que fica no caminho.

Quando a Amanda acabou o turno dela, fomos dar uma volta por Mont Martre. Esse é o café onde a Amelie Poulain trabalhava no filme.

Passamos pela praça onde está o muro do “eu te amo” e continuamos até a Sacre Coeur. Eu subi de funicular (€ 1,80) e a Amanda foi pelas escadas. A vista de lá é linda, vale muito a pena o passeio! Entramos na igreja, demos uma volta, saímos e fomos dar uma volta ali atrás, cheio de cafés e restaurantes. Comi numa creperia que a primeira vista parece fuleira, mas tem um crepe ótimo, por um preço ok e a decoração é de recados, notas de dinheiro e fotos os clientes por todas as paredes e no teto também! Ah, em Mont Martre também tem ótimas lojinhas pra compras.

Na quinta, subi na Torre Eiffel. Tem o maior esquema de segurança pra entrar, com detector de metal e máquina de raio x pra comprar o ingresso, mas depois é tranquilo. Dei sorte de chegar de manhã, com um sol lindo e não ter fila (apesar de o observatório estar cheio já). Subi até o topo, fiquei pouco porque estava ventando muito gelado, mas a vista é incrível! As lojinhas lá dentro são meio caras, mas tem coisas que não se acha fora (tipo Mickey com camiseta de Paris e Hello Kitty da cidade). Desci na hora do almoço e tinha uma fila enorme!

Depois fui até a Champs Elysee e comi no Café George V. É bem turístico, mas o atendimento foi exemplar! Meu garçom foi muito simpático, disse que já foi pro Brasil, perguntou minha origem asiática… Depois o gerente passou e me cumprimentou também, perguntou se estava tudo ok… Além de ser muito gato!!! De sobremesa comi um creme brulee, claro! Não foi um almoço barato, mas o serviço compensou!

Depois do almoço rico, fui pro Museu do Louvre. Estava cheio, mas não tinha fila. O ingresso a gente compra numa tabacaria do lado de fora e depois passa pelo mesmo esquema de segurança da torre. O museu é gigantesco, corri pra ver a Monalisa primeiro e depois decidir o que ver de resto. Não tinha muito tempo, tentei ver os aposentos de Napoleão, mas devido a uma reforma, a volta que tinha que dar era muito grande, então decidi parar no jardim das esculturas e relaxar ali mesmo (lugar lindo, bem iluminado e tranquilo). Na saída do metro que dá dentro do museu tem uma loja Pandora, onde parei pra comprar meu charm da cidade e fui atendida por uma portuguesa muito simpática. Pra quem tem receio de ter que pedir informações em francês ou inglês, fica a dica 😉

Encontrei com a Amanda no fim do passeio e demos uma volta pela Rue Rivoli, ótimo pra compras, fomos até o Pompidou (um prédio ultra moderno no meio da arquitetura tradicional de Paris) e acabamos na Galeries Lafayette de novo. Passamos pela Notre Dame (mas não entramos) e experimentei o waffle francês (gauffe) da Amorino, uma sorveteria ótima que tem em todo canto por lá. Terminamos no hotel do Pawel com direito a sanduíche de apresentação impecável, com saladinha e tudo!

No último dia de viagem fui visitar o palácio em Versalhes. O palácio em si achei sem graça, tá em reforma, mas a única coisa que achei que valia a pena era o salão de cristais. Os jardins no fundo são impressionantes mesmo, lindo e super bem cuidado. O Grand e o Petite trianons são bem mais bonitos que o palácio, tem umas salas impressionantemente lindas! A única coisa que não gostei é ter que andar tanto, cansa pra caramba! Na volta peguei o trenzinho, custa € 4 e faz várias paradas, você pode pegar o quanto precisar. Ainda dei azar de entrar no palácio com uns 5 grupos de chineses, mal conseguia me mover por lá!

No último dia de viagem corri de volta na Galeries Lafayette pra comprar os últimos presentes e achei o corner da marca própria deles, que é bem mais em conta e tem coisas bem legais. Ali perto tem uma Uniqlo, onde parei pra comprar algo pro meu irmão, além de uma Fnac e outras lojas. Voltei correndo pra casa da Amanda pra pegar minhas coisas e ir embora, e ainda bem que fiz isso com tempo. Caminhei uns 30 minutos só dentro da Gare du Nord pra achar o check in do Eurostar!

Saudades de Paris? Muitas <3

viagem para amsterdã

Algumas das melhores coisas na vida acontecem quando você menos espera.

Eu e o Henrique decidimos ir pra Amsterdã numa quarta e no sábado estávamos embarcando pra Holanda =).

Como somos voluntários, optamos pelo meio mais barato: de ônibus.

Como isso é possível? Podemos cruzar o Canal da Mancha via subterrânea, de trem, ou via aquática, de balsa.

Nossa aventura começou no último sábado de trabalho. Eu peguei folga porque trabalhei durante a semana na minha folga oficial, então deu tempo pra eu acordar mais cedo, dar uma volta até a cidade e me arrumar. Nosso ônibus partiu de Ringwood para Londres no final da tarde.

Chegamos em Londres e ainda deu pra dar uma voltinha perto da estação de Victoria antes do ônibus sair para o porto de Dover, de onde pegaríamos a balsa para atravessar para o continente. Tem até um check in especial no terminal rodoviário! Mas a parte boa acaba por ai, porque subir no ônibus foi uma das coisas mais traumatizantes que passei aqui. O povo era muito sem educação, ficava gritando, tinha gente que nem sabia que ônibus era aquele… Afe, pior do que rodoviária do interior do Brasil!

Chegando no porto, começou o martírio. O lugar estava bem cheio de veículos e a fila estava bem lenta. Primeiro passamos pelo pedágio, depois pela segurança e ai vamos para a imigração. Demorou horrores, tipos umas 2h ou mais! Achamos que o problema era na imigração, mas não sei, essa parte foi tão rápida! Passamos pelo controle inglês e depois pelo francês e ainda esperamos mais outra hora na fila para entrar em uma balsa. Por causa de todo o atraso, perdemos a balsa que pegaríamos a meia noite e tivemos que esperar pela balsa das 4h da manhã!!! Nem tem registros desses momentos porque a gente já tava acabado…

O que salvou é que fizemos uns lanches pra levar na viagem, que já sabíamos que seria bem longa. Então no tédio, pelo menos tínhamos o que comer. E como eu estava com medo de enjoar na travessia (eu quase morri de enjoo em um dos dias do cruzeiro que fiz no Equador), depois da imigração já mandei um Dramin pra dentro. Com toda a demora, não vi nem a hora que entramos na balsa, hahaha!

Claro que não é uma balsa igual a da travessia Santos-Guarujá, é um barco grandão com estacionamento pros veículos e bar e restaurante para as pessoas se acomodarem durante o percurso. Quando descemos, parecia o estouro da boiada, galera quase subindo umas nas outras pra ver quem chegava mais rápido lá dentro! Ai quando entramos, entendemos o porque: a galera tava disputando sofá para DORMIR!!! Sabe esteriótipo de campo de refugiado? Era isso que parecia o navio todo.

Eu não fui ver a partida do porto porque estava muito frio e muito vento lá fora. E porque a parte de fora também era área de fumantes. Fiquei quentinha sentada numa mesa esperando o Henrique T. voltar. Nisso, capotei de sono, HAHAHA! Mas logo ele voltou e fomos passear pelo barco. Tinha até um duty free!

O desembarque foi a mesma maratona do embarque, um horror. E a gente achando que europeu é tudo educado e civilizado…

Consegui capotar de novo antes do onibus desembarcar, HAHAHA! Só acordei já na Holanda, na única parada que fizemos, para a troca de motoristas. Dei o único migué da viagem: usei o banheiro do Mc Donald’s sem pagar! Mas em minha defesa, só depois que voltei pro ônibus é que fiquei sabendo que tinha que pagar. Não tinha ninguém recolhendo o valor na porta…

Captador de energia heolica. São enormes!

Dormi de novo até chegar em Amsterdã. No total, por causa do atraso da balsa, a viagem durou 20h.

Com muito sono, fui tentar desvendar como o sistema de transporte funcionava, em vão. De qualquer forma, conseguimos embarcar num trem até a estação mais próxima do nosso albergue. Eu tinha esquecido o papel onde anotei as indicações de como chegar em casa, mas por sorte, lendo os painéis de informação, consegui lembrar. COM MUITO SONO. Eu poderia ter parado no puteiro em João Pessoa (da música dos Raimundos) que àquela altura já não tava fazendo muita diferença…

Vista do quarto no hostel incrível que o Henrique T. escolkheu pra gente passar os dias em Amsterdã!

Por causa do atraso, quando chegamos conseguimos fazer o check in, sem ter que esperar dar o horário <3

O Henrique T. escolheu muito bem nosso albergue. Não era central, mas era bem limpo, organizado  amplo. E demos sorte! Pegamos 2 camas num quarto para 6 pessoas, mas não entrou mais ninguém durante o tempo que estivemos lá!

O café da manhã foi um dos atrativos do albergue. Já tínhamos lido que era muio bom, e realmente, superou expectativas! Tinha pão francês!!! A gente tomava um café reforçado todo dia e ficava até a tarde sem comer mais nada <3

Depois do check in, andamos até o centro e um dos primeiros programas foi comer batata frita no cone, bem tradicional por lá!

No dia seguinte, tentei ir na Casa da Anne Frank, mas a fila estava muito enorme quando chegamos. Voltei no dia seguinte, a noite, com a fila um pouco menor. A Casa é vazia pois os nazistas tiraram tudo quando raptaram a família da Anne e quando o pai da Anne voltou do campo de concentração no fim da guerra e resolveu abrir o museu, decidiu deixar vazio para que as pessoas pudessem ver e sentir como era na época ter a sua vida transformada e tirada de você. A casa é um anexo de um negócio que pertencia ao pai da Anne, então é um lugar meio apertado e cheio de escadas.

Canais S2 Pegamos alguns dias e momentos de sol por lá. Mas também pegamos alguns de chuva. Que quebrou meu guarda chuva japonês =( 

As fachadas dos prédios mais antigos são bem tortas. As vezes não só pro lado, como parecendo que estão caindo pra frente também! E o Starbucks salvou nossas vidas algumas vezes, com seus banheiros gratuitos. E chás bem quentinhos <3

Achei uma casa de lamen por acaso no dia que chegamos. A vontade de comer era tanta que consegui lembrar onde era, apesar de ser totalmente perdida, no dia seguinte. Esse lamen era bem gostoso, bem encorpado. Valeu a pena!

Não fomos em mais nenhum museu porque tinha que pagar e era bem caros… Mas passeamos por perto deles. Um do letreiros famosos fica na frente do Rijksmuseum e é bem lotado, é uma região bem turística.

Existe outro letreiro itinerante, bem mais vazio. Naquela época ele estava do outro lado do canal da estação central. A balsa é gratuita e passa sempre, é só ir até a parte de trás da estação que qualquer um acha. Do outro lado tem também o museu Eye, de imagem e som.

Inclusive, o restaurante do museu é um dos meus lugres favoritos na Terra! Olha só esse visual! Ficamos um tempão sentados no escadão olhando pro movimento do canal.

Impossível não se apaixonar pela cidade! Tem sim bicicleta demais, o transito é meio maluco, chove e venta pra caramba, mas a cidade tem vida, tem gente na rua a toda hora, tem o bairro da luz vermelha, tem maconha pra todo lado, e tem o povo mais simpático do mundo, que para na rua quando acha que você está perdido (sem você pedir!), onde a violência é tão mínima que o policial pára pra conversar com você e tirar um sarro da sua cara de turista e com um sistema de transporte incrível!

No final, descobrimos que tem um bilhete de 24h/48h/72h/96h de viagens ilimitadas para tram, ônibus e metrô, então facilitou muito a locomoção (odeio ter que andar um monte pra chegar nos lugares, prefiro economizar pra visitar, não pra me locomover!). E tem wi-fi em todos os lugares, então é só entrar num Mc Donald’s da vida pra se conectar e procurar informação.

A volta foi mais tranquila, de dia dia, e o melhor, via Eurotunnel! A maravilha é que é bem mais rápido, não depende do clima e não tinha fila. Também não balança horrores. É um trenzão onde o ônibus entra. Dá pra sair pra esticar as pernas. Único porém é que não tem o restaurante nem o duty free. Voltei dormindo o caminho todo também, haha! Fizemos uns lanches com o café da manhã do albergue (embora não fosse permitido, ops!) e enquanto não dormia, comia =P. Foda foi que o banheiro do ônibus ficou trancado metade da viagem. Só abriu depois de eu reclamar que não ia ficar pagando a porcaria da taxa dos banheiros em cada parada (odeio banheiro público que tem que pagar!).

Chegamos no horário certo em Londres e corremos no super mercado mais perto pra comprar coisas pra fazer a ceia de natal quando chegássemos em casa (era véspera de natal)! Mas isso eu conto na semana que vem 😉

so here we go!

Quando este post for ao ar, já estarei embarcando. Como bons turismólogos, eu e o Henrique T. (meu parceiro nessa empreitada) planejamos chegar um pouco antes do dia que temos que nos apresentar no camp hill. Compramos a passagem separadamente, mas nossos vôos tem horários similares e nos encontraremos no aeroporto de Guarulhos para as famílias se conhecerem. Eu chego primeiro em Londres, porém no aeroporto mais longe da cidade. Vamos direto para o hotel que reservamos e nos encontramos lá para o almoço e um passeio. No dia seguinte vamos para Ringwood e ai a coisa fica séria!

Eu e o Henrique nos conhecemos no meu último trabalho. Na minha entrevista, o dono super elogiou ele e o citou como um exemplo de trabalho a ser realizado na empresa. Quando fui contratada, nos demos muito bem logo de cara. Tão bem ao ponto de provocar inveja e ciúmes. Mas não adiantou nos separar. Junto com a Paula, criamos laços fortes que nem o tempo e a distância tem conseguido separar! Paula, com certeza te esperamos para pelo menos uma visita de férias!